Alcolumbre suspeita que celular foi hackeado e pede investigação

De Redação Estadão | 15 de julho de 2020 | 22:14

Alvo de críticas nas redes sociais por ter patrocinado o projeto de lei das fake news, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), levantou suspeitos de que o teve o celular hackeado e pediu uma investigação da Polícia Legislativa da Casa.

O presidente do Senado foi cobrado por não ter atendido ligações nos últimos dias. Ele pediu desculpas e relatou uma “pane” em seu aparelho. “Eu acho, eu desconfio que foi em função da nossa votação aqui da fake news. Desde aquele dia, apareceram alguns problemas”, declarou o presidente da Casa.

O Senado aprovou o projeto de lei das fake news no último dia 30. A proposta é alvo de críticas de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e de empresas digitais por causa das regras para controle da disseminação de desinformação nas redes. As companhias alegam risco para a liberdade de expressão.

Em sessão nesta quarta-feira, 15, Alcolumbre declarou que seu celular foi invadido por mensagens estranhas, como “iPhone morto” na tela. Por causa do celular “avariado”, como afirmou , o presidente decidiu entregar o aparelho para a Polícia Legislativa fazer uma investigação e identificar se houve hackeamento.

Daniel Weterman
Estadao Conteudo
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