Anúncio na campanha de Biden pede cachorros de volta à Casa Branca

De Redação Estadão | 6 de outubro de 2020 | 13:06

A campanha do democrata Joe Biden lançou uma nova estratégia que costuma ter um grande apelo com boa parte dos eleitores: os cachorros. Um grupo de apoio a Biden, o “Dog Lovers for Joe” (Amantes de cães por Joe, em tradução livre) lançou um vídeo que repassa todos os ex-presidentes americanos que tiveram um cachorro na Casa Branca.

O vídeo lembra que o presidente republicano Donald Trump é o primeiro inquilino da Casa Branca em mais de cem anos a não ter um cachorro de estimação na residência oficial. E lembra um discurso em que ele debochou da ideia. A campanha então faz um convite para que os eleitores coloquem os cachorros de volta na Casa Branca, ressaltando que tanto Biden quanto sua companheira de chapa, a senadora Kamala Harris, têm cachorros de estimação.

A peça mostra os ex-presidentes com seus peludos e os nomes deles, como Ronald Reagan e Lucky (um Bouvier des Flandres); George H.W. Bush e Millie (uma springer spaniel inglês); Bill Clinton e Buddy (labrador); George W. Bush e seu Barney (um scottish terrier) e Barack Obama com Bo (um cão de água português).

No fim do vídeo, Biden aparece com seu pastor alemão Champ, com a mensagem: “Escolha seus humanos com sabedoria”. A campanha de Joe Biden também publicou no Twitter um vídeo com imagens de outros cachorros que “apoiam” a chapa Biden/Kamala.

“Eu estava vendo todas aquelas fotos maravilhosas de Joe Biden e cachorros na internet e achei aquilo interessante”, disse Rob Schwartz, um dos idealizadores do vídeo, ao site AdAge. Ele explica que decidiu então investigar se havia alguma ciência por trás da ligação entre cães e líderes e encontrou artigos que apoiam a ideia de que “os cães basicamente trazem o melhor das pessoas”.

Depois disso, explicou, também descobriu que os cães eram um fator unificador entre republicanos, democratas e eleitores de Estados-chave. “De repente, a ideia simplesmente se materializou”, diz Schwartz. “Nós a criamos e gostamos do que vimos”, conclui.

Redação
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