Bryan Ruiz rescinde com o Santos e reclama de atraso salarial e danos morais

De Redação Estadão | 13 de julho de 2020 | 18:55

Depois de uma passagem de dois anos e pouquíssimas partidas, o meia costarriquenho Bryan Ruiz rescindiu contrato com o Santos nesta segunda-feira. O jogador comunicou o desligamento do clube nas redes sociais, junto com uma carta em que fez pesadas acusações ao clube. Agora livre no mercado, ele alega que nos últimos anos foi vítima de problemas como atraso salarial e danos morais.

O meia chegou ao clube como reforço de peso depois de ter disputado a Copa do Muno da Rússia. No entanto, atuou somente 14 vezes, a última delas em novembro de 2018. “Tomei a decisão respaldado pela falta de cumprimento nos pagamentos e pelo dano moral que tive, provocado por decisões administrativas e desportivas que foram tomadas e pelas informações inverídicas que foram comunicadas em diversas oportunidades por parte da administração do clube e que colocaram em dúvida o meu profissionalismo como jogador”, escreveu.

Aos 34 anos, Bryan Ruiz se desliga do clube após ter perdido espaço principalmente durante as gestões dos técnicos Jorge Sampaoli, em 2019, e Jesualdo Ferreira, a partir deste ano. O meia treinava em horários alternativos e apesar de ter sido procurado pela diretoria para negociar a rescisão em ocasiões anteriores, não houve acordo. O contrato original do costarriquenho terminaria em dezembro.

O meia agora está livre para procurar outro clube e garante que não pensa em se aposentar do futebol nem renunciar às convocações para defender a seleção da Costa Rica. No Santos, o jogador recebia um salário de cerca R$ 300 mil. “Foi uma honra pertencer a este clube, que ocupará um grande espaço no meu coração. Desejo o melhor para o futuro”, comentou.

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