Dirigentes russos festejam punição de dois anos para casos de doping: 'Vitória'

De Redação Estadão | 18 de dezembro de 2020 | 16:09

O momento esportivo na Rússia está longe dos seus melhores dias a ponto de uma punição, nesta sexta-feira, ter sido festejada por seus dirigentes. A Corte Arbitral do Esporte (CAS) manteve a sanção de dois anos para o país por causa de doping, ao invés dos quatro anos sugeridos pela Agência Mundial Antidoping (Wada).

“O resultado de hoje é uma vitória da Rússia. O CAS não restringiu o direito dos atletas limpos de competir nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, bem como em campeonatos mundiais”, disse Mikhail Bukhanov, diretor em exercício da agência antidoping russa. Já Oleg Matytsin, ministro do Esporte, também considerou “positivo”.

Com isso, os atletas russos, que provarem não estarem dopados, poderão participar dos Jogos Olímpicos de Tóquio, dos Jogos de Inverno, em Pequim, e da Copa do Mundo do Catar, sob a bandeira do Comitê Olímpico Internacional (COI), como neutros. Todas essas competições serão em 2022.

Se na Rússia a diminuição da punição foi comemorada, em outros países foi criticada. O CEO da Agência Antidopagem dos Estados Unidos, Travis Tygart, foi um dos dirigentes a expressar a sua decepção.

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