EUA: Líder no Senado diz que atividade presencial será adiada até 19 de outubro

De Redação Estadão | 3 de outubro de 2020 | 15:00

O senador Mitch McConnell, republicano e líder da maioria no Senado dos Estados Unidos, afirmou em comunicado oficial nesta tarde de sábado (3) que as atividades presenciais na casa legislativa serão adiadas até 19 de outubro, e remarcadas a partir desta data. Não será remarcada a reunião do Comitê Judiciário do Senado que ouvirá a indicada pelo presidente Donald Trump para uma vaga na Suprema Corte, Amy Coney Barrett. A sessão está marcada para 12 de outubro.

“O importante trabalho dos comitês do Senado pode e continuará à medida em que cada comitê considerar adequado”, afirmou McConnell.

Segundo o parlamentar, na próxima segunda-feira (5), ele tentará um acordo consensual para permitir que as sessões da casa sejam realizadas pró-forma nas próximas duas semanas. Isso significa que cada encontro durará apenas alguns minutos.

No caso do Comitê Judiciário, McConnell afirma que, desde maio, as reuniões têm sido realizadas de forma “perfeita” em um modelo em que parte dos senadores está presente, e outra parte participa virtualmente.

O anúncio vem depois que aliados do presidente Trump testaram positivo para a covid-19, após terem contato com ele, que está internado no hospital militar Walter Reed, em Maryland, para tratar a doença. Os republicanos Mike Lee (Utah) e Thom Rillis (Carolina do Norte) foram diagnosticados com a doença após participarem do evento, no último sábado, em que Trump anunciou a nomeação de Barrett à Suprema Corte.

Matheus Piovesana
Estadao Conteudo
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