Executiva ítalo-brasileira Carla Grasso deixa o FMI

De Redação Estadão | 7 de fevereiro de 2020 | 16:47

A executiva ítalo-brasileira Carla Grasso deixou o Fundo Monetário Internacional (FMI), informou nesta sexta-feira, 7, a instituição, em nota à imprensa. A executiva estava no cargo de vice-diretora-gerente desde fevereiro de 2015, escolhida pela então diretora-gerente, Christine Lagarde, para o cargo que acabara de criar.

Dentre as atribuições de Grasso estavam supervisionar as funções administrativas do FMI, coordenar o orçamento, recursos humanos, tecnologia, serviços gerais e auditoria interna.

Antes de ir para o FMI, ela trabalhou vários anos na Vale, onde ocupou a posição de vice-presidente para Recursos Humanos entre 2001 e 2011.

No setor público, Carla Grasso atuou em funções nos ministérios da Previdência Social, Fazenda e Planejamento, além de trabalhar para o gabinete da Presidência.

O FMI informa que começa em breve a buscar o substituto da executiva.

“Gostaria de agradecer a Carla por todos os seus pacientes, persistentes e impactantes esforços. Ela fez uma contribuição essencial para melhorar a qualidade do ambiente de trabalho de nossa equipe – e a qualidade de serviço para nossos membros”, afirmou a atual diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, na nota.

Altamiro Silva Junior
Estadao Conteudo
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