Mancini trabalha psicológico do grupo do Corinthians para duelos com 'pedreiras'

De Redação Estadão | 8 de fevereiro de 2021 | 15:18

Dos cinco jogos restantes do Corinthians no Campeonato Brasileiro, quatro são contra postulantes ao título ou por vaga à Copa Libertadores. A notícia ruim é que três desses compromissos são longe da Neo Química Arena, em São Paulo. Para encarar essas “pedreiras” na reta final, o técnico Vagner Mancini vem fazendo um trabalho psicólogo forte para que o time consiga cumprir a meta de disputar a competição intercontinental em 2021.

Para ir à Libertadores, o Corinthians precisa somar ao menos 58 pontos. Como tem 48 e só mais dois compromissos em casa, precisará buscar o que falta nas visitas a Flamengo, Santos e Internacional, dois postulantes ao título e um rival direto pela vaga na Libertadores, assim como o Athletico-PR, rival desta quarta-feira, em São Paulo.

“A força que vocês demonstraram em outros jogos tem de ser vista novamente”, foi o lema da preleção de Mancini em jogos contra o Sport e o Ceará, nos quais a equipe conseguiu resultados positivos. Contra os pernambucanos valeu a reabilitação após goleada sofrida para o rival Palmeiras e frente os cearenses, o reencontro com os triunfos após duas derrotas seguidas.

O Corinthians sofreu muito os times da parte de cima da tabela de classificação. Perdeu as duas para Atlético-MG e Palmeiras, foi goleado pelo próprio Flamengo no primeiro turno, caiu na casa do São Paulo e empatou as duas com o Grêmio. Trocou vitórias com o Fluminense e ganhou do líder Internacional. O clássico com o Santos acabou empatado.

Mexer com o brio dos jogadores e provar que eles são capazes é uma das missões do treinador, que antes de cada trabalho vem conversando bastante com o grupo. Alguns jogadores, de maneira separada. No papo, mostra as qualidades vitais de cada atleta e o quanto poder dar pelo clube.

O chileno Araos ganhou confiança após resposta positiva em uma das conversas “olho no olho” com o técnico. Gabriel se firmou como titular também por isso, assim como Cazares. Mancini resgatou, ainda, Gustavo Silva e Léo Natel. Com o “grupo na mão”, acredita que o Corinthians será competitivo contra os “favoritos” dessa reta final.

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