'Minha Mãe É Uma Peça' 1 e 2 levaram quase 15 milhões de pessoas às salas

De Redação Estadão | 26 de dezembro de 2019 | 08:01

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Paulo Gustavo conta como encontrou sua personagem ao seguir um conselho da atriz Samantha Schmütz. Ela lhe disse que parodiasse sua mãe. Paulo adotou os bóbis, a vassoura, colocou um vestido e foi assim que surgiu Dona Hermínia. O sucesso de Minha Mãe É Uma Peça foi retumbante. Dos palcos, ganhou os cinemas. Minha Mãe 1 e 2 foram vistos por quase 15 milhões de espectadores pagantes. O 2 faturou R$ 121 milhões e é o maior sucesso de público de comédia no cinema brasileiro.

Paulo Gustavo é o primeiro a admitir que, embora inspirada em sua mãe, Dona Déa, Dona Hermínia tem muito dele mesmo. “Muita coisa mudou e eu adquiri mais consciência. Não acho que estou politicamente correto, mas acho que tem coisas que eu poderia falar antes e que agora não falo mais. O que eu brincava há dez anos perdeu a graça para mim. Tudo muda e eu também mudei, o mundo mudou”, analisa.

O mais interessante é que, contrariando o lema de que não se mexe em time que está ganhando, cada um dos três filmes foi feito por um diretor diferente – André Pellenz, César Rodrigues e agora Susana Garcia. Rememorando – no primeiro, Dona Hermínia some de casa quando os filhos começam a chamá-la de chata; no 2, transformada em apresentadora de TV, ela começa a lidar com as transformações dos filhos, que querem fugir da sua influência autoritária; no 3, cada um vive sua vida. Rodrigo Pandolfo, que faz Juliano, e Mariana Xavier, a Marcelina, são ótimos e agregam ao sucesso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Luiz Carlos Merten
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