Movimento Vacina Sim entra na fase 2

De Redação Estadão | 14 de fevereiro de 2021 | 07:02

Após mais de 4,5 milhões terem recebido a primeira dose contra a covid-19, o consórcio de veículos de imprensa lança neste domingo, 14, a nova fase do movimento Vacina Sim – campanha de conscientização sobre a importância da vacinação. A etapa conta com a participação de quase 30 profissionais de comunicação, entre jornalistas, colunistas e apresentadores de TV, além de um grupo de atores como Fernanda Montenegro, Lázaro Ramos e Cauã Reymond.

Em atuação desde junho, o consórcio de veículos é formado por Estadão, TV Globo, G1, GloboNews, O Globo, Extra, Folha de S.Paulo e UOL. Segundo os dados compilados, o Brasil já registrou mais de 237 mil mortes e 9,8 milhões de casos do novo coronavírus.

Chefe da sucursal de Brasília do Estadão, Andreza Matais diz que a campanha de imunização é “a única saída possível para a gente não perder mais ninguém”. “Milhares de brasileiros poderiam ter sobrevivido se a vacina tivesse chegado antes.”
“Se hoje a gente tem medo de respirar, de esbarrar no outro, medo por nossos idosos, que enfrentam angústia e ansiedade, a vacina é nossa chance de voltarmos a ser o povo alegre que sempre fomos”, declarou Andreza. “Quem aí não está com saudade de um abraço? Fale para seus amigos e familiares que a vacina é segura, tem aval de nossos cientistas.” Pelo jornal, a colunista Renata Cafardo também aderiu ao movimento.

Com lançamento no programa Fantástico, da TV Globo, a nova fase da campanha tem o objetivo de amplificar a informação de que a vacina protege a população. Um dos rostos do movimento, a atriz Fernanda Montenegro, de 91 anos, já recebeu a primeira dose. “Vacina é a nossa esperança ativa.”

Também participam das peças Juliana Alves, Cauã Reymond, Lázaro Ramos, Babu Santana, Ary Fontoura e Regina Casé. Fazem parte do grupo, ainda, o médico Drauzio Varella, os apresentadores Fátima Bernardes e Serginho Groisman e os jornalistas William Bonner, Renata Vasconcellos, Glória Maria, Renata Lo Prete e Bárbara Coelho.

“O combate de uma pandemia tão mortal exige, diz a ciência, lavar bem as mãos, adotar o isolamento social, usar máscara e, agora, vacinar. Mas só que é preciso martelar o tempo todo esta necessidade de boas práticas, além de manter o público informado toda hora sobre o avanço deste inimigo traiçoeiro”, afirmou Ancelmo Gois, colunista de O Globo. “É aí que entra o jornalismo que, modestamente, tem feito um trabalho histórico nesta guerra sem quartel. A prova disso é esta campanha de vacinação, promovida pelos veículos do consórcio de imprensa. Basta de blá blá blá, agora é ‘vacinação ou a vida’.”

Escritor e colunista da Folha de S.Paulo, Luiz Felipe Pondé destaca que a vacinação tem importância histórica no combate a doenças. “Se você conhece alguém que tenha dúvidas sobre vacinas, peça que olhe à volta e veja quantas crianças com sequelas de poliomielite conhece. A razão do número de casos terem se reduzido dramaticamente é a vacina e nada mais. Negar vacinas é como crer que a Terra seja plana”, disse.

Já a colunista Thaís Oyama, do portal UOL, lembra a importância de o programa ter alta adesão. “A vacina é o nosso passaporte para a liberdade. Mas ela só vai funcionar se tiver a adesão de boa parte da sociedade”, afirmou. “A campanha Vacina Sim vai ajudar os brasileiros a se imunizarem também contra a desinformação e as fake news”, finalizou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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