Plano de Biden de US$ 1,9 trilhão deve focar na pandemia, com auxílios e vacinas

De Redação Estadão | 14 de janeiro de 2021 | 20:07

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, pedirá um plano de US$ 1,9 trilhão para ajudar os americanos a resistir ao choque econômico da pandemia do coronavírus e injetar mais dinheiro em testes e distribuição de vacinas, de acordo com altos funcionários da administração. No discurso planejado para a noite de hoje, Biden planeja estabelecer prioridades relacionadas à pandemia para os primeiros dias de seu governo.

Biden pedirá ao Congresso que apoie uma rodada de pagamentos diretos de US$ 1400 por pessoa para a maioria das famílias, um suplemento de seguro-desemprego de US$ 400 por semana até setembro, aumento das férias pagas e aumentos no crédito tributário infantil.

A ajuda para famílias representa cerca de metade do custo do plano, com muito do resto indo para a distribuição de vacinas e governos estaduais e locais.

Biden espera que o Congresso haja rapidamente, em razão da situação ser vista como uma emergência nacional.

As fontes da administração indicam que também é esperado que seja apresentada uma segunda proposta, focada na recuperação econômica, que usará empregos e infraestrutura como ferramentas no combate à mudanças climáticas.

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